Conforme o Promotor de Justiça do Torcedor, José Francisco Seabra Mendes Júnior, todos os 19 assentos previstos nos camarotes e área vip não foram instalados, de acordo com vistoria feita no último dia 15. Da mesma forma, no anel superior, havia previsão de espaços em todos os portões de acesso, mas só houve uma criação parcial de vagas. “No último jogo, entre Inter e Vitória, conversei com cadeirantes e eles informaram que tiveram de ser empurrados rampa acima porque os elevadores ainda não estão em funcionamento”, disse o Promotor de Justiça durante coletiva de Imprensa na manhã desta terça-feira na sede do MP gaúcho. Além disso, a sinalização para evacuação de emergência e a adaptação dos sanitários não foram feitas.
Conforme a ação, o Inter deve proporcionar, além dos 64 lugares do projeto original de reforma do estádio localizados no anel inferior, no mínimo mais 64 lugares adaptados às pessoas em cadeira de rodas, com boa visibilidade e ao abrigo das intempéries. Caso a demanda se torne muito grande, o Internacional havia se comprometido em aumentar o número de assentos para cadeirantes. Todos os locais adaptados do Estádio deverão contar com o respectivo assento para o acompanhante.
O Sport Club Internacional também não cumpriu o compromisso de dar publicidade da assinatura do documento e suas respectivas obrigações no site oficial do Clube, bem como a cláusula que previa o envio semanal de relatórios sobre o andamento das obras.
MP
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